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Leitura Bíblica: Marcos 1.16-19. Mas o vaso de barro que ele estava formando estragou-se em suas mãos; e ele o refez, moldando outro vaso de acordo com a sua vontade (Jr 18.4).
Li a seguinte ilustração: Um pedaço de barro caiu de um caminhão na rua de uma grande cidade.
A rua era muito transitada e os automóveis e caminhões se sucediam de forma barulhenta.
Se nada acontecesse de extraordinário, dentro em breve o barro ficaria esmagado nas rodas de algum veículo pesado.
Um senhor idoso, porém, que por ali passava, olhou penalizado para aquele barro desprezado e o apanhou.
Chegando em casa, no calmo abrigo do lar humilde, o velhinho começou a trabalhar.
Usando um canivete e sua fértil imaginação, ele começou a imprimir novas e belas formas ao pedaço de barro.
Com toda a paciência, amor e jeito, foi cortando o barro pouco a pouco, até concluir sua obra.
Ele depositou sobre a mesa uma linda e delicada imagem da Bíblia, feita totalmente de barro.
Aquele elemento, antes inútil e desprezado, tomou forma nas mãos do hábil artista, tornando-se símbolo do belo.
O que Jesus pode fazer com a sua vida?
Quem somos nós diante de Deus? Sem Jesus, não somos nada. Somos apenas barro bruto.
No entanto, com Jesus, somos transformados em vasos preciosos nas mãos do Oleiro Celestial.
Jesus conhecia os homens mais do que qualquer pessoa. Ele avaliava a capacidade e a qualidade de pessoas que não sabiam quem realmente eram.
Quem poderia supor, olhando para Pedro, André, Tiago ou João, que eles seriam líderes mundiais?
Será que outro, que não Jesus, faria surgir de um fanático como Saulo de Tarso o grande apóstolo Paulo?
Quem somos não é o mais importante. O que importa é quem nos tornamos nas mãos do mestre Jesus.
Sob a influência maravilhosa de Cristo, nossa natureza e caráter são completamente transformados.
Jesus disse a Simão e a André: “Eu vos farei”. De pescadores de peixes, Ele os fez pescadores de homens.
Acredite: por mais que você não veja esperança em si mesmo, com Jesus o futuro se transforma.
As mãos de Deus são a nossa única e verdadeira esperança.
- Uma gota não afunda o barco.
- Dez gotas não afundam o barco.
- Mas o acúmulo contínuo e silencioso torna o barco pesado, lento e, finalmente, incapaz de flutuar.
- Ressentimentos e Amargura: "Pequenas" mágoas que não perdoamos.
- Ansiedade e Medo: Preocupações sobre o futuro que roubam a paz.
- Inveja e Ciúmes: Comparar nossa vida com a dos outros nas redes sociais.
- Desânimo e Frieza Espiritual: O relaxamento na oração e na leitura da Palavra.
- O coração é a "sala de máquinas" da vida: Se ele for inundado por coisas más, a vida naufraga, mesmo que a aparência exterior seja de sucesso.
- Pergunte a si mesmo: Que "infiltrações" eu tenho ignorado? Eu tenho deixado a amargura, o medo ou a preguiça espiritual entrarem?
Verifique o seu porão hoje. Não espere a infiltração tornar-se um naufrágio. Peça ao Espírito Santo que sele as rachaduras do seu coração com a Palavra de Deus e o perdão.
Gênesis 21 fala sobre o nascimento de Isaque, filho de Abraão e Sara. O estudo bíblico de Gênesis 21 ainda trata do conflito entre Sara e Agar por causa do comportamento de Ismael, e termina com a aliança entre Abraão e Abimeleque.
Gênesis 21 é um capítulo muito importante para o correto entendimento de toda narrativa bíblica. Isso porque nele está registrada a continuidade da linhagem da promessa através do nascimento de Isaque. Gênesis 21 mostra o cumprimento da promessa de Deus a Abraão no que dizia respeito ao nascimento de um filho através de sua esposa, Sara.
Aqui vale lembrar que Sara era uma mulher estéril. Inclusive, o tema da esterilidade de Sara é desenvolvido progressivamente deste de Gênesis 11. Em vários momentos esse tema até ganha um tom dramático quando, por exemplo, a própria Sara erroneamente tentou contribuir para o cumprimento da promessa de Deus (Gênesis 16); ou quando Abraão, por duas vezes, escondeu covardemente que Sara era sua esposa e quase teve sua família destruída (Gênesis 12; Gênesis 20).
Mas Deus é fiel à Sua palavra; Ele zela por Sua promessa. Ele prometeu que Sara daria um filho a Abraão, ainda que essa promessa não fizesse qualquer sentido da perspectiva humana, já que Sara era uma mulher muito idosa e estéril.
Um esboço bíblico de Gênesis 21 pode ser feito da seguinte forma:
- O nascimento de Isaque (Gênesis 21:1-7).
- O conflito entre Sara e Agar (Gênesis 21:8-13).
- Agar é expulsa da casa de Abraão (Gênesis 21:14-21).
- Abraão faz aliança com Abimeleque (Gênesis 21:22-34).
O nascimento de Isaque (Gênesis 21:1-7)
O escritor de Gênesis inicia Gênesis 21 dizendo que Deus visitou Sara. A palavra “visitou” traduz um verbo hebraico frequentemente usado no contexto bíblico como significando um encontro divino que muda a vida de uma pessoa definitivamente, seja para o bem (através de uma bênção especial) seja para o mal (através da maldição por causa do pecado). No contexto de Gênesis 21 o Senhor visitou graciosamente Sara e mudou sua vida para sempre.
Aos noventa anos de idade a mulher estéril deu à luz a um filho. Isso parece loucura para o homem, mas faz todo sentido para Deus. O texto bíblico enfatiza que Sara deu à luz “no tempo determinado, de que Deus lhe falara” (Gênesis 21:2; cf. Gênesis 17:17-24; 18:11-14). O apóstolo Paulo escreve que Cristo, o grande descendente de Abraão através de Isaque, também veio no tempo determinado por Deus (Gálatas 4:4).
O menino nascido recebeu o nome de Isaque, conforme a ordem do Senhor (Gênesis 17:19). O significado desse nome transmite o sentido de “riso”; no original lê-se literalmente “ria” indicando “aquele que ri”.
O significado do nome Isaque está em conexão com a reação de Abraão e Sara quando Deus anunciou o nascimento de Isaque. Num primeiro momento eles riram em incredulidade (Gênesis 17:17; 18:12). No entanto, quando a promessa foi cumprida e Isaque nasceu, Sara riu numa reação de legítima adoração em resposta à ação sobrenatural e soberana do Senhor. Por isso ela diz: “Deus me deu motivo de riso; e todo aquele que ouvir isso vai rir-se juntamente comigo” (Gênesis 21:6).
Abraão também obedeceu à instituição divina da circuncisão como um sinal que caracterizava a comunidade da aliança e circuncidou Isaque aos oito dias de nascido (Gênesis 21:4; cf. Gênesis 17:12). Abraão tinha exatamente cem anos quando Isaque nasceu.
O conflito entre Sara e Agar (Gênesis 21:8-13)
O nascimento de Isaque elevou o conflito entre Sara e Agar a um nível irremediável. Sara e Agar já tinham tido problemas anteriormente (cf. Gênesis 16). Inclusive, Agar já havia fugido da casa de Abraão, mas após o nascimento de Isaque sua saída foi definitiva.
Gênesis 21 diz que quando Isaque foi desmamado, Abraão deu um grande banquete. Na época o desmame era um momento muito importante e significativo, pois indicava que a criança havia superado o período dos primeiros meses onde havia maior possibilidade da mortalidade infantil. Normalmente o desmame acontecia entre dois e três anos de idade, mas a Bíblia não diz qual era a idade de Isaque quando isso ocorreu.
O que de fato aconteceu foi que naquela ocasião Sara viu que Ismael caçoava de Isaque. Naquele tempo Ismael provavelmente tinha por volta de dezessete anos de idade. A expressão hebraica usada pelo escritor bíblico denota um comportamento de zombaria por parte de Ismael que acabou ofendendo Sara.
Então Sara exigiu de Abraão a expulsão de Ismael e Agar de sua casa. Levando em conta todo o contexto de desentendimento entre Sara e Agar, provavelmente Sara tenha considerado a atitude de Ismael uma perseguição e ameaça à herança de seu filho.
Quando Sara pediu que Abraão mandasse Agar e Ismael embora, ela disse: “Rejeita essa escrava e seu filho; porque o filho dessa escrava não será herdeiro com Isaque, meu filho” (Gênesis 21:10). A palavra hebraica traduzida por “escrava” denota fortemente a posição servil de Agar como uma escrava qualquer; diferentemente da palavra que designa Agar em Gênesis 16:1, que denota uma serva pessoal de Sara.
O texto bíblico diz que o pedido de Sara pareceu penoso a Abraão (Gênesis 21:11). Além de ele amar Ismael, os códigos legais de seu tempo proibiam a expulsão do filho do chefe da casa com uma serva. Mas Deus confortou Abraão e lhe disse que cuidaria de Ismael, porque ele era seu descendente (Gênesis 21:13).
Agar é expulsa da casa de Abraão (Gênesis 21:14-21)
Deus falou a Abraão que sua descendência seria chamada de Isaque. Também disse que ele não deveria se preocupar com Ismael, pois dele o Senhor também faria uma grande nação. Então Deus autorizou Abraão a despedir Agar e Ismael (Gênesis 21:12,13).
Depois disso Abraão se levantou de madrugada e deu a Agar pão e um odre de água, e a despediu com Ismael. O escritor bíblico diz que mãe e filho saíram andando errantes pelo deserto de Berseba (Gênesis 21:14).
O deserto de Berseba fica na fronteira sul da Palestina e é uma área bem extensa. Então era questão de tempo para que os recursos de Agar e Ismael acabassem. Quando a água do odre acabou, Agar colocou Ismael debaixo de um arbusto e se afastou para não vê-lo morrer. Naquele momento parece que ambos, mãe e filho, choraram desesperadamente (Gênesis 21:15,16).
Mas Deus ouviu a voz do menino, e o Anjo do Senhor disse a Agar que ela não deveria temer, pois Ismael seria o pai de um grande povo. Isso significa que mesmo Ismael não sendo o herdeiro da promessa, por ser um descendente natural de Abraão ele também seria abençoado sobre a terra (Gênesis 21:18).
Em seguida, Deus abriu os olhos de Agar e ela viu um poço de água onde pôde abastecer seu odre. Gênesis 21 ainda relata que Deus estava com Ismael. O menino cresceu, se tornou um homem muito habilidoso com arco e flecha e habitou no deserto de Parã, que ficava no centro-leste da península do Sinai. Agar casou Ismael com uma mulher egípcia (Gênesis 21:20,21). A sequência da história bíblica do Antigo Testamento informa que Ismael deu origem aos ismaelitas (Gênesis 28:36; 37-39; Salmos 83:6; etc.).
Abraão faz aliança com Abimeleque (Gênesis 21:22-34)
A última parte de Gênesis 21 mostra a aliança de Abraão com Abimeleque. Abimeleque era um rei filisteu. Naquele tempo a casa de Abraão cresceu e prosperou muito na terra. Isso fez com o rei filisteu e o comandante do seu exercido procurassem Abraão para firmarem com ele uma aliança de paz. Abimeleque também reconheceu que a bênção de Deus estava sobre Abraão em tudo o que ele fazia (Gênesis 21:22).
O encontro entre Abraão e Abimeleque narrado em Gênesis 21 não foi o primeiro entre eles. Eles tinham se encontrado antes quando Abraão chegou naquelas terras. Na ocasião Abraão escondeu que Sara era sua esposa e Abimeleque quase a tomou por mulher. Mas Deus preservou a família de Abraão e no final Abraão e Abimeleque ficaram em paz. Inclusive, Abraão intercedeu ao Senhor em favor da família de Abimeleque, e as mulheres da casa do rei filisteu tiveram suas madres abertas (Gênesis 20).
Na aliança entre Abraão e Abimeleque também foi feito um compromisso específico sobre a posse de um poço por parte de Abraão (Gênesis 21:25-30). O controle dos recursos de água naquela região era muito importante.
Gênesis 21 ainda informa que Abraão plantou tamargueiras em Berseba, e ali invocou o nome do Senhor, Deus Eterno (Gênesis 21:30). A designação “Deus Eterno” traduz o hebraico El Olam, um título que aponta para a eternidade e imutabilidade de Deus, bem como para a natureza inviolável de Sua aliança.
Alguns comentaristas acreditam a que as árvores plantadas por Abraão em Berseba talvez servissem a certos propósitos. Elas podiam ser um lembrete do tratado entre ele e Abimeleque; e também podiam servir como sinal do lugar distintivo de culto de Abraão e como símbolo da presença de Deus que graciosamente garantia que o patriarca permanecesse naquelas terras, ainda que como estrangeiro (Gênesis 21:34).
Abraão se explica a Abimeleque e ora por sua casa
Gênesis 20 fala sobre a peregrinação de Abraão e Sara em Gerar. O estudo bíblico de Gênesis 20 revela como Deus preservou a família de Abraão apesar do erro do patriarca hebreu. Abraão tentou proteger-se a si mesmo confiando em sua própria astúcia, e acabou usando de engano.
Um esboço de Gênesis 20 pode ser feito da seguinte forma:
- Abraão se estabelece em Gerar e esconde que Sara é sua esposa (Gênesis 20:1,2).
- Deus fala com Abimeleque (Gênesis 20:3-7).
- Abimeleque confronta Abraão (Gênesis 20:8-10).
- Abraão se explica a Abimeleque e ora por sua casa (Gênesis 20:11-18).
Abraão esconde que Sara é sua esposa (Gênesis 20:1,2)
Gênesis 20 começa dizendo que Abraão partiu para a terra do Neguebe, uma região desértica ao sul de Hebrom. Então Abraão habitou entre Cades e Sur e morou em Gerar. Gerar era uma cidade filístia que ficava na divisa entre a Palestina e o Egito, a cerca de dezesseis quilômetros ao sul de Gaza.
Nesse contexto Abraão teve a ideia de combinar com Sara, sua mulher, que para todas as pessoas em Gerar eles diriam que eram apenas irmãos. Aqui vale lembrar que Sara de fato era irmã de Abraão por parte de pai (Gênesis 20:12). Mas isso não muda o fato de que Abraão estava usando de engano ao esconder que Sara também era sua esposa. Consequentemente, Abimeleque, rei de Gerar, mandou buscar Sara (Gênesis 20:2).
Esse Abimeleque que aparece em Gênesis 20 não deve ser confundido com o Abimeleque que também era rei de Gerar no tempo de Isaque (Gênesis 26). Alguns estudiosos acreditam que talvez o Abimeleque que se encontrou com Abraão era pai ou avô do Abimeleque que se encontrou com Isaque; ou que talvez esse nome, que significa “meu pai é rei”, servia simplesmente como um título real.
Deus fala com Abimeleque (Gênesis 20:3-7)
Após Abimeleque ter levado Sara para sua casa, Deus falou com Abimeleque em sonhos durante a noite. Nos tempos do Antigo Testamento, época em que a auto-revelação de Deus através das Escrituras ainda não estava completa, frequentemente Deus se comunicava com os homens por meio de sonhos.
Geralmente essa comunicação através de sonhos estava restrita a certas pessoas de entre o seu povo escolhido. Mas algumas vezes, excepcionalmente, Deus também falava através de sonhos com pessoas de fora do povo da aliança. Esse foi o caso de Abimeleque (cf. Gênesis 31:24; 40:5; 41:1; Números 22:9,20; Daniel 2:1-45).
Deus avisou a Abimeleque que ele seria punido de morte porque tinha tomado uma mulher casada (Gênesis 20:3). Mas Abimeleque ainda não tinha tido qualquer relação com Sara, e por isso clamou pela misericórdia do Senhor (Gênesis 20:4). Abimeleque argumentou com o Senhor que havia sido o próprio Abraão quem tinha lhe dito que Sara era apenas sua irmã. Ele confiou nessa informação com sinceridade e por esse motivo levou Sara à sua casa.
Realmente Abimeleque nem imaginava que Sara era uma mulher casada, e por isso Deus o impediu de pecar nesse sentido, e não permitiu que ele tocasse nela (Gênesis 20:5,6). Então Deus ordenou a Abimeleque: “Agora, pois, restitui a mulher a seu marido, pois ele é profeta e intercederá por ti, e viverás; se, porém, não lha restituíres, sabe que certamente morrerás, tu e tudo o que é teu” (Gênesis 20:7).
É notável o modo como Deus chamou Abraão de “profeta”. Em Gênesis 20 é a primeira vez que alguém é chamado de profeta na Bíblia. Isso está de acordo com a história de Abraão, um homem que recebia revelações da parte de Deus e intercedia em favor de outras pessoas (cf. Gênesis 12:7; 15:1; 18:17). Apesar de seu erro, Abraão ainda foi identificado como a pessoa certa para servir de intermediário e intercessor da casa de Abimeleque junto a Deus.
Abimeleque confronta Abraão (Gênesis 20:8-10)
Logo após o sonho, Abimeleque levantou-se ainda de madrugada e contou a seus servos tudo o que Deus havia lhe falado. A Bíblia diz que os homens de Abimeleque ficaram muito atemorizados (Gênesis 20:8).
O rei de Gerar convocou Abraão e lhe confrontou por seu comportamento. Ele questionou: “Que é isso que nos fizeste? Em que pequei eu contra ti, para trazeres tamanho pecado sobre mim e sobre o meu reino? Tu me fizeste o que não se deve fazer” (Gênesis 20:9). Abimeleque ainda disse mais: “Que estavas pensando para fazeres tal coisa?” (Gênesis 20:10).
Abraão respondeu aos questionamentos de Abimeleque dizendo que temeu por sua vida e por isso tomou tal atitude. Ele pensou que os homens de Gerar lhe matariam para poder tomar sua mulher (Gênesis 20:11).
Abraão também explicou que a informação de que Sara era sua irmã tinha uma parte de verdade; e que desde que ele saiu da casa de seu pai ele havia combinado com Sara de juntos esconderem a relação matrimonial que tinham (Gênesis 20:12,13).
Então Abimeleque restituiu Sara a Abraão e ainda lhe deu ovelhas e bois, servos e servas. Através de Abraão, o monarca também deu a Sara mil siclos de prata como compensação por tudo o que havia acontecido. O rei de Gerar ainda fez questão de dizer que Sara estava justificada perante todos. Isso significa que em nenhum momento sua honra de mulher casada foi violada (Gênesis 20:14-16).
Depois disso Abraão orou a Deus e as mulheres da casa de Abimeleque voltaram a poder ter filhos. Isso porque Deus havia tornado estéreis aquelas mulheres por causa do episódio envolvendo Sara.
Curiosamente a história registrada em Gênesis 20 não foi a primeira do tipo em que Abraão esteve envolvido. Ele era reincidente nesse erro, pois anteriormente já havia feito a mesma coisa no Egito. Inclusive, ele também foi repreendido por Faraó (Gênesis 12).
Portanto, o evento de Gerar mostra que infelizmente Abraão não tinha aprendido nada com a experiência semelhante que viveu no Egito vinte e cinco anos antes. Ele tinha provado da proteção misericordiosa de Deus no Egito, mesmo diante de seu erro, e depois repetiu a mesma atitude de desconfiança em Gerar.
Além disso, o erro de Abraão em Gerar ocorreu pouco antes da concepção de Isaque, colocando em risco o plano da redenção através de sua descendência. Contudo, esse episódio narrado em Gênesis 20 também mostra que a salvação é obra soberana de Deus e está fundamentada em Sua fidelidade. Então apesar da infidelidade de Abraão, Deus zelou por sua palavra e protegeu a linhagem da promessa.
Gênesis 20 narra quando Abraão, por medo, mente novamente ao dizer que sua esposa Sara é sua irmã ao chegar em Gerar, envolvendo o rei Abimeleque. Deus intervém em sonho para proteger Sara e a promessa do filho (Isaque), repreendendo Abimeleque, que age com integridade e devolve Sara, mostrando a graça divina apesar das falhas de Abraão.
Pontos Chave de Gênesis 20:O Erro de Abraão: Mesmo após anos de caminhada com Deus, Abraão teme pela própria vida e usa "meias verdades" (pois ela era sua meia-irmã) por medo de ser morto por causa da beleza de Sara.
A Intervenção de Deus: Deus protege a linhagem da promessa e aparece a Abimeleque em sonhos, impedindo-o de tocar em Sara e punindo a casa do rei com esterilidade temporária
.
A Integridade de Abimeleque: O rei pagão de Gerar é mostrado como alguém com coração puro nesta situação, agindo rapidamente para corrigir o erro ao saber a verdade de Deus.
A Repreensão e Restauração: Abimeleque confronta Abraão, devolve Sara, dá presentes e pede que ele ore por sua casa.
Lição Principal: A história destaca que Abraão é um homem falho protegido pela graça de Deus, e que a promessa divina não depende da perfeição humana, mas da fidelidade de Deus.
Este capítulo reforça a soberania de Deus em conduzir seus planos, garantindo que o filho da promessa (Isaque) nascesse de Sara, conforme narrado no capítulo seguinte.
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