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Rótulo: CURIOSIDADES BÍBLICAS
SOLI DEO GLORIA
(SOMENTE A DEUS A GLORIA)
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Por John Piper
Usamos a frase glória de Deus com tanta frequência que ela tende a perder sua força bíblica. Mas essa glória, como o sol, não é menos ardente – e não menos benéfica – porque as pessoas a ignoram. No entanto, Deus odeia ser ignorado. “Considerai, pois, nisto, vós que vos esqueceis de Deus, para que não vos despedace, sem haver quem vos livre”. (Salmo 50:22). Então, vamos nos concentrar novamente na glória de Deus. O que é a glória de Deus e quão importante ela é?
A glória de Deus é a santidade de Deus colocada em exposição. Isto é, o valor infinito de Deus manifestado. Perceba como Isaías muda de “santo” para “glória”: “E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória” (Isaías 6:3). Quando a santidade de Deus enche a terra para que as pessoas vejam, ela chama-se glória.
O significado básico de santo é “separado do comum”. Assim sendo, a santidade de Deus é a sua infinita “separação” de tudo o que é comum. É isso que o faz ser o único infinito – como o diamante mais raro e mais perfeito do mundo – só que não existem outros deuses-diamantes. A singularidade de Deus como sendo o único Deus – Sua “Divindade” – o faz infinitamente valioso e santo.
Ao falar da glória de Deus, a Bíblia admite que este valor infinito teve sua entrada na criação. Brilhou, assim como era. A glória de Deus é o resplendor da sua santidade, a irradiação do seu valor infinito. E quando ela flui, é vista como bela e grandiosa. Ela tem tanto a qualidade de ser infinita quanto a magnitude. Desta forma, podemos definir a glória de Deus como a beleza e a grandeza da sua multiforme perfeição.
Digo “multiforme perfeição”, porque a Bíblia diz que aspectos específicos do ser de Deus contêm glória. Por exemplo, lemos sobre a “gloriosa graça” (Efésios 1:6) e “a glória do seu poder” (2 Tessalonicenses 1:9). O próprio Deus é glorioso, pois ele é a perfeita união de todas as suas multiformes e gloriosas perfeições.
Mas esta definição deve ser qualificada. A Bíblia também fala da glória de Deus antes de ser revelada na criação. Por exemplo, Jesus orou: “e, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo” (João 17:5). Portanto, quero sugerir a seguinte definição: A glória de Deus é o esplendor externo da beleza intrínseca e grandeza da sua multiforme perfeição.
Estou ciente de que palavras apontam para uma definição muito pobre. Eu substituí uma palavra inadequada-glória-por duas palavras inadequadas – beleza e grandeza. No entanto, Deus se revelou a nós em palavras como “a glória de Deus”. Portanto, elas não são palavras sem sentido.
Devemos constantemente nos lembrar de que estamos falando de uma glória que está além de qualquer comparação na criação. “A glória de Deus” é como designamos a beleza e a grandeza infinita da Pessoa que existia antes de qualquer coisa. Essa beleza e grandeza existem sem origem, sem comparação, sem analogia, sem serem julgadas por qualquer critério externo. A glória de Deus é definitiva, o padrão absolutamente original de grandeza e beleza. Toda a grandeza e beleza criadas vêm dela e aponta para ela, mas não podem reproduzi-la de forma adequada e em sua abrangência.
“A glória de Deus” é uma forma de dizer que há uma realidade objetiva e absoluta para a qual apontam todas as maravilhas, respeito, veneração, louvor, honra, elogio e adoração dos seres humanos. Nós fomos feitos para encontrar o nosso mais profundo prazer em admirar o infinitamente admirável – a glória de Deus. Essa glória não é a projeção psicológica do desejo humano insatisfeito sobre a realidade. Pelo contrário, o desejo inconsolável do ser humano é a evidência de que fomos feitos para a glória de Deus.
Quão central é a glória de Deus?
A glória de Deus é o objetivo de todas as coisas (1 Coríntios 10:31;Isaías 43:6-7). A grande missão da Igreja é declarar a glória de Deus entre as nações. “Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas”. (Salmo 96:1-3; Ezequiel 39:21; Isaías 66:18-19).
Qual é a nossa esperança?
Nossa máxima esperança é ver a glória de Deus. “E gloriamo-nos na esperança da glória de Deus” (Romanos 5:2). Deus irá “vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (Judas 24). Ele irá “conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão” (Romanos 9:23). Jesus, em toda a sua pessoa e obra, é a encarnação e revelação máxima da glória de Deus (João 17:24; Hebreus 1:3).
Além disso, não somente veremos a glória de Deus, mas também teremos participação, em algum sentido, em sua glória. “Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda coparticipante da glória que há de ser revelada” (1 Pedro 5:1). “Aos que justificou, a esses também glorificou” (Romanos 8:30). A esperança que é verdadeiramente conhecida e estimada tem um efeito decisivo sobre os nossos valores, escolhas e ações hoje.
Valorizando a Glória de Deus
Conheça a glória de Deus. Estude a glória de Deus, a glória de Cristo. Estude sua alma. Conheça as glórias pelas quais você é seduzido e porque você valoriza glórias que não são a glória de Deus.
Estude a sua própria alma para saber como fazer as glórias do mundo desmoronarem como Dagom, em pedaços miseráveis, no chão dos templos do mundo (1 Samuel 5:4). Tenha fome de ver e compartilhar mais da glória de Cristo, a imagem de Deus.
Não dar o dízimo é pecado? Que diz a Bíblia
Descubra se deixar de fazer o pagamento pode ser considerada pecado de acordo com a Bíblia
O dízimo é um dos temas mais discutidos no meio cristão, especialmente quando surge a pergunta: “Não dar o dízimo é pecado?”.Muitos cristãos têm dúvidas sobre a obrigatoriedade dessa prática, se ela ainda é válida sob a nova aliança e qual é a visão bíblica sobre o assunto.
Este artigo busca fornecer um estudo detalhado, analisando o contexto histórico e bíblico do dízimo, suas implicações espirituais e como ele é visto por diferentes denominações cristãs.
O que é o dízimo?
O dízimo é a prática de devolver 10% de tudo o que se recebe como forma de reconhecimento e gratidão a Deus. A palavra “dízimo” deriva do hebraico ma’aser, que significa “uma décima parte”. Esse costume aparece ao longo de toda a Bíblia, sendo inicialmente ligado às ofertas agrícolas e pecuárias, e posteriormente como contribuição financeira.
A origem do dízimo na Bíblia
A prática do dízimo é anterior à Lei de Moisés. O primeiro relato bíblico de entrega do dízimo está em Gênesis 14:18-20, onde Abraão dá o dízimo a Melquisedeque, sacerdote do Deus Altíssimo. Esse ato demonstra que o dízimo era uma expressão de adoração e gratidão a Deus, mesmo antes de qualquer mandamento formal.
Outro exemplo está em Gênesis 28:20-22, quando Jacó faz um voto ao Senhor, prometendo devolver o dízimo de tudo o que recebesse. Aqui, o dízimo aparece como um compromisso pessoal de consagração a Deus.
O dízimo na Lei de Moisés
Sob a Lei mosaica, o dízimo foi formalizado como uma obrigação para o povo de Israel. Em Levítico 27:30, Deus instrui: “Todos os dízimos da terra, seja dos cereais, seja dos frutos das árvores, pertencem ao Senhor; são consagrados ao Senhor.”
Os dízimos tinham objetivos claros:
- Sustento dos levitas e sacerdotes (Números 18:21-24): como os levitas não possuíam terras para cultivo, eles dependiam do dízimo para sobreviver;
- Assistência aos pobres, órfãos e viúvas (Deuteronômio 14:28-29): parte do dízimo era destinada a atender as necessidades sociais da comunidade;
- Celebrações religiosas (Deuteronômio 14:22-27): os israelitas usavam parte do dízimo para organizar festas e adorar a Deus.
Não dar o dízimo é pecado?
A pergunta se não dar o dízimo é pecado tem respostas diferentes dependendo da interpretação teológica.
Malaquias 3:8-10: Uma advertência sobre o dízimo
Em Malaquias 3:8-10, Deus repreende o povo de Israel por reter o dízimo, declarando: “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais. Mas vós dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.” Essa passagem sugere que, sob a antiga aliança, não entregar o dízimo era considerado um ato de desobediência e, portanto, pecado.
Sob a nova aliança: A prática do dízimo ainda é válida?
Com a vinda de Cristo e a nova aliança, muitos se perguntam se o dízimo ainda é obrigatório. No Novo Testamento, o dízimo é mencionado apenas algumas vezes, como em Mateus 23:23, onde Jesus critica os fariseus por serem rigorosos no dízimo, mas negligenciarem a justiça, a misericórdia e a fé. Ele não condena a prática, mas enfatiza que a obediência a Deus vai além de questões financeiras.
Por outro lado, textos como 2 Coríntios 9:7 reforçam que a contribuição deve ser voluntária: “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.”
Portanto, enquanto o dízimo não é explicitamente ordenado na nova aliança, a generosidade e o sustento da obra de Deus continuam sendo princípios centrais.
Dízimo e a teologia da prosperidade
Nos tempos modernos, o dízimo foi associado à teologia da prosperidade, que prega que contribuições financeiras resultam em bênçãos materiais. Essa ideia tem gerado controvérsias no meio cristão, pois muitas vezes desvia o foco do verdadeiro propósito do dízimo.
A Bíblia não promete riqueza em troca de dízimos. Pelo contrário, ensina que Deus recompensa de acordo com Sua vontade e propósito. Em Filipenses 4:19, o apóstolo Paulo declara: “E o meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas em glória em Cristo Jesus.” Isso sugere que a provisão divina não está condicionada à contribuição financeira, mas sim à graça de Deus.
Dízimo: Obrigação ou privilégio?
A prática do dízimo suscita debates entre os cristãos: seria ela uma obrigação ou um privilégio? Historicamente, o dízimo foi instituído como uma lei divina para o povo de Israel, conforme registrado em Levítico 27:30-32, onde os israelitas eram instruídos a separar a décima parte de tudo o que a terra produzisse. Essa prática visava, entre outros propósitos, o sustento dos levitas, que se dedicavam integralmente ao serviço religioso e não possuíam herança territorial.
No contexto contemporâneo, muitas denominações cristãs enfatizam o dízimo não apenas como um dever, mas como uma expressão voluntária de gratidão e fé. destaca que a contribuição do dízimo deve emergir da generosidade do coração do fiel, refletindo sua participação ativa na missão da Igreja.
Além disso, líderes religiosos contemporâneos reforçam essa perspectiva. Por exemplo, o pastor Gustavo Bessa afirma que o dízimo não é uma obrigação, mas um privilégio para aqueles transformados por Jesus, ressaltando a importância de um coração generoso e grato.
Portanto, ao invés de ser visto como uma imposição, o dízimo pode ser compreendido como uma oportunidade de demonstrar amor e compromisso com a obra de Deus. Essa perspectiva transforma a prática em um privilégio, permitindo que os fiéis participem ativamente na sustentação e expansão das atividades religiosas e sociais promovidas pela comunidade de fé.
Mitos sobre o Dízimo: Desmistificando a Verdade
Muitas ideias equivocadas circulam sobre o dízimo, criando confusão entre os cristãos. Ao longo dos anos, surgiram várias crenças populares sobre essa prática, algumas baseadas em interpretações errôneas da Bíblia. Aqui, desmistificamos alguns dos mitos mais comuns e esclarecemos a verdade de acordo com as Escrituras.
Mito 01: o dízimo é uma exigência exclusiva do Antigo Testamento e não se aplica mais hoje.
Verdade: embora o dízimo seja explicitamente mencionado no Antigo Testamento, sua prática não desapareceu com a chegada de Cristo. O Novo Testamento não ordena explicitamente o dízimo, mas ensina princípios de generosidade e apoio à obra de Deus (2 Coríntios 9:7). O dízimo, portanto, é uma prática que pode ser adotada como expressão de gratidão e fidelidade, mas não é mais uma obrigação legalista.
Mito 02: não dar o dízimo é um pecado grave e pode resultar em maldição.
Verdade: embora Malaquias 3:8-10 fale sobre “roubar a Deus” ao reter o dízimo, isso se refere ao povo de Israel sob a antiga aliança. Na nova aliança, não há uma condenação explícita no Novo Testamento para quem decide não dar o dízimo. A Bíblia ensina que a contribuição deve ser feita de coração alegre e voluntário (2 Coríntios 9:7), e não por obrigação. O foco está na disposição do coração, e não na porcentagem exata.
Mito 03: o dízimo deve ser dado apenas à igreja local.
Verdade: embora muitas igrejas incentivem o dízimo para o sustento de suas atividades, a Bíblia não especifica que ele deva ser dado exclusivamente à igreja local. O dízimo pode ser utilizado de diversas maneiras, como em apoio a missionários, obras de caridade, ou ajuda aos necessitados, conforme os princípios de generosidade e justiça social que permeiam as Escrituras.
Mito 04: o dízimo garante bênçãos financeiras imediatas e abundantes.
Verdade: a Bíblia ensina que Deus abençoa aqueles que são generosos, mas isso não significa que dar o dízimo resulte automaticamente em riquezas materiais. As bênçãos de Deus podem ser espirituais, como paz, sabedoria e alegria, e podem se manifestar de diferentes formas, não necessariamente como prosperidade financeira. O propósito do dízimo é honrar a Deus, não obter uma recompensa material.
Mito 05: o dízimo deve ser calculado sobre o valor bruto da renda, antes dos impostos.
Verdade: não há uma instrução bíblica específica sobre a forma exata de calcular o dízimo. O importante é que o dízimo seja dado com sinceridade e generosidade. Alguns cristãos optam por calcular o dízimo sobre o valor bruto, mas outros consideram que o valor líquido (após impostos) é mais adequado. A chave é a disposição do coração, como enfatizado em 2 Coríntios 9:7.
Mito 06: o dízimo deve ser dado apenas em dinheiro.
Verdade: o dízimo não precisa ser necessariamente em dinheiro. No Antigo Testamento, o dízimo incluía grãos, frutas e animais. Embora hoje seja mais comum o dízimo em dinheiro, o princípio por trás do dízimo é a consagração do que se recebe a Deus. Portanto, qualquer forma de recurso que o cristão tenha, como tempo e talentos, pode ser visto como uma expressão do dízimo.
Mito 07: a Igreja deve ser responsabilizada diretamente pelo uso do dízimo, e os membros não precisam se preocupar com isso.
Verdade: embora as igrejas devam ser transparentes sobre o uso dos recursos, a responsabilidade pela administração do dízimo também recai sobre os membros. A Bíblia ensina que os cristãos devem ser sábios e cuidadosos ao escolher como apoiar a obra de Deus. Como parte do corpo de Cristo, os cristãos devem ser diligentes e buscar que o dízimo seja usado para fins que honrem a Deus, ajudando necessitados e promovendo o evangelho.
Mito 08: se você não der o dízimo, Deus não vai abençoar sua vida.
Verdade: a Bíblia afirma que Deus é gracioso e abençoador, independente da quantidade que alguém dá. A bênção de Deus não está restrita ao ato de dizimar, mas à obediência e fé em Cristo. O dízimo é uma prática que demonstra nossa gratidão e confiança em Deus, mas as bênçãos de Deus são dadas pela graça e misericórdia, e não com base em uma “troca” financeira.
Dúvidas recorrentes
O dízimo é um tema que gera muitas perguntas entre os cristãos, especialmente porque sua prática pode variar entre denominações e interpretações bíblicas. A seguir, respondemos às dúvidas mais comuns objetivamente e embasada, com foco em fornecer clareza sobre esse assunto tão relevante.
1. O dízimo precisa ser exatamente 10% dos meus rendimentos?
Tradicionalmente, o dízimo corresponde a 10% dos ganhos, conforme descrito na Lei mosaica. No entanto, sob a nova aliança, a ênfase não está em uma porcentagem fixa, mas na generosidade e no desejo sincero de contribuir. 2 Coríntios 9:7 nos ensina que cada pessoa deve dar conforme propôs em seu coração, sem pressão ou obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.
2. O que acontece se eu não der o dízimo?
Não há uma resposta única, por depender da doutrina de cada igreja. Enquanto algumas denominações consideram o não pagamento do dízimo um pecado, outras destacam que Deus valoriza mais a obediência espiritual e a intenção do coração do que a entrega financeira. No entanto, é importante refletir sobre o impacto que sua contribuição (ou a falta dela) pode ter na sustentação da obra de Deus e no auxílio ao próximo.
3. Posso contribuir com outros valores ou em outras formas além do dízimo?
Sim! Embora o dízimo seja a prática mais conhecida, outras formas de contribuição também são bem-vindas e têm base bíblica. Você pode oferecer ofertas voluntárias, apoiar missões ou contribuir com seu tempo e habilidades para a obra de Deus. O importante é ser generoso com o que você tem e usar isso para glorificar a Deus e abençoar outras pessoas.
4. Preciso dar o dízimo mesmo estando em dificuldades financeiras?
Essa é uma questão delicada, e a Bíblia ensina que Deus conhece nossas limitações e olha para o coração. Se você enfrenta desafios financeiros, não se sinta culpado ou pressionado a dar valores que comprometam seu sustento. Você pode contribuir de outras formas, como ajudando em atividades da igreja ou oferecendo seu tempo para servir.
5. O dízimo realmente traz bênçãos financeiras?
Muitas vezes, Malaquias 3:10 é citado como uma promessa de prosperidade financeira para aqueles que dizimam. Contudo, é importante interpretar essa passagem com cuidado. Embora Deus abençoe a generosidade, essas bênçãos podem se manifestar de diversas formas, como paz, alegria e provisão espiritual, e não necessariamente em riquezas materiais.
Conclusão
A questão “não dar o dízimo é pecado?” depende de como cada cristão interpreta os ensinamentos bíblicos. Sob a antiga aliança, reter o dízimo era visto como desobediência. Na nova aliança, a ênfase está na generosidade e na alegria de contribuir.
O dízimo é mais do que uma obrigação financeira; é uma forma de honrar a Deus e participar ativamente de Sua obra. Mais importante do que o valor é a intenção do coração. Seja qual for sua decisão, lembre-se de buscar orientação nas Escrituras e na oração.
Não se pode pinçar um texto da Bíblia, sem respeitar o contexto, o período histórico em que foi escrito, a trajetória dos personagens envolvidos. Nem tudo é claro nas passagens bíblicas, razão porque a interpretação gera uma série de doutrinas, religiões e seitas. Se você for examinar, até as coisas mais bizarras, mais esquisitas, usam um texto bíblico como fundamento. Até o dançar com serpentes baseia sua fé no texto de Marcos, por mais que não tenha qualquer justificativa minimamente sensata.
Israel era regida por juízes, não havia governantes humanos, o que se praticava era a Teocracia, que é o sistema de governo em que todas as ações são submetidas a Deus, ou às normas de alguma religião. Quando o poder central é exercido pelos clérigos (que são os cidadãos que pertencem a alguma ordem sacra) de alguma religião, costuma se chamar a isso de clerocracia. No caso de Israel, a Teocracia foi implantada desde sua saída do Egito, primeiro foi Moisés, Josué e depois deles foram os juízes, que julgavam as causas, as divergências de cidadania e falavam com Deus, eles eram os canais de Deus com o Seu povo, por assim dizer.
Pois bem. Samuel era profeta, mas também era o juiz de Israel e como Samuel envelheceu e já não podia suportar a dura jornada, seus filhos foram constituídos juízes sobre Israel e o problema começou bem aí. Os filhos de Samuel, Joel e Abia, não eram fiéis a Deus, não andaram nos caminhos de seu pai e isso deixou o povo descontente.
Os anciãos de Israel foram falar com Samuel e disseram a ele que os filhos dele não estavam agradando a congregação e que eles queriam agora um rei de verdade, que reinasse sobre eles e julgasse suas causas, do jeitinho que acontecia com as outras nações. Samuel levou para o lado pessoal e ficou bravo mesmo, mas como servo de Deus inteligente, ele foi se queixar com Deus e o Senhor disse a Samuel: “Ouve a voz do povo em tudo quanto te dizem, pois não te têm rejeitado a ti, antes a mim me têm rejeitado, para eu não reinar sobre eles.”(1 Samuel 8:7).
Deus que vê o coração do homem sabia que a rejeição de Israel não era com Samuel e que a conduta pecaminosa de seus filhos era apenas a desculpa que precisavam para a reivindicação que fizeram. Mesmo assim, Deus mandou Samuel voltar aos anciãos e alertá-los sobre o que significava ter um rei sobre eles, que este rei iria tomar seus filhos para servi-lo, que suas filhas seriam cozinheiras do rei, que de tudo o que houvesse de melhor em suas terras, nas suas vinhas, dos seus rebanhos seriam do rei e que eles iriam se arrepender e clamariam a Deus sobre o rei que escolhessem e que Deus não os ouviria.
As advertências de Samuel de nada adiantaram, o povo estava firme no propósito de ter um rei, e mais, eles queriam ser como as outras nações e disseram a Samuel: “Não, mas haverá sobre nós um rei. E nós também seremos como todas as outras nações; e o nosso rei nos julgará, e sairá adiante de nós, e fará as nossas guerras.” (1 Samuel 8:19-20). Estava claro que o povo de Israel estava deslumbrado com a idéia de ter um rei, eles queriam ser iguais às outras nações, queriam o status de súditos. Grande coisa!
Samuel contou tudinho ao Senhor (como se fosse preciso), mas ele precisava desabafar, tudo bem. Deus disse que Samuel constituísse um rei para Israel e Samuel despediu o povo, que fossem de volta às suas cidades.
Muito bem. O povo queria um rei que lhes agradasse, estava claro. Os israelitas queriam um guerreiro, um cara de bela figura para ostentar às nações vizinhas. Deus disse sim ao povo, faria a vontade deles.
Havia um homem da tribo de Benjamim, chamado Quis, que era poderoso e ele tinha um filho, cujo nome era Saul e Saul servia como luva à vontade dos israelitas, ele era moço e tão belo que não havia outro igual em toda Israel e que se sobressaía, dos ombros para cima, a todo o povo, ou seja, era alto.
Um dia se perderam as jumentas de Quis e ele mandou Saul e um servo procurarem as jumentas e eles foram, mas não acharam as jumentas e já estava bem tarde, então eles passaram pela cidade de Samuel e o servo perguntou por que eles não paravam um instante na casa do “vidente”. Era assim que chamavam os profetas: videntes. Saul aceitou e foram ter com Samuel. Foi assim que Samuel viu pela primeira vez o futuro rei de Israel, por causa de umas jumentas perdidas.
Na véspera Deus havia avisado Samuel que um homem de Benjamim iria vê-lo e que ele deveria ungir aquele homem capitão sobre o Seu povo, porque ele livraria Israel das mãos dos filisteus, porque o povo estava clamando libertação dos filisteus e este homem dominaria sobre o Seu povo.
Quando Saul apareceu diante de Samuel, este já sabia que ali estava o futuro rei de Israel, o rei escolhido por Deus de acordo com o desejo do coração dos israelitas. Como sabemos que Saul era o desejo do coração do povo judeu? Tem algum versículo que fala isso? Não, nenhum versículo, apenas a dedução que se faz a partir do contexto, a partir do pedido dos anciãos. Vamos ver?
Use sua inteligência. O povo não queria mais os juízes e não tinha nada haver com os infiéis filhos de Samuel, tinha haver com as nações ímpias que cercavam Israel. Eles tinham reis que os lideravam nas batalhas e isso encheu o coração dos judeus de vontade de também ter um rei a quem se inclinar.
Se Deus tivesse escolhido um homenzinho nanico, feinho, coxo, ele não seria aceito pelo povo, que queria ostentar um rei para as outras nações. Deus escolheu um rei que enchia os olhos de qualquer um, um cara alto e belíssimo. Se fosse o contrário e Deus tivesse separado para reinar sobre Israel um cidadão meia sola, além do povo não aceitá-lo, ainda iria murmurar contra Deus, diriam que Deus estava fazendo pirraça, porque não seria um rei, seria um acinte, um desaforo. As nações em volta iriam rir deles e eles sofreriam bulling de rei.
A escolha não era de Deus, era do povo judeu. Não foi Deus quem disse que não queria mais reinar sobre eles, foram eles que deram o cartão vermelho para Deus, então o rei teria de agradar ao coração dos insensatos israelitas.
Samuel ungiu Saul capitão sobre o povo de Israel, do jeitinho que Deus tinha mandado: “Então tomou Samuel um vaso de azeite, e lho derramou sobre a cabeça, e beijou-o, e disse: Porventura não te ungiu o SENHOR por capitão sobre a sua herança?”(1 Samuel 10:1). Além de ungir Saul, Samuel disse tudo o que ele encontraria pelo caminho e até que as jumentas do pai dele já tinham sido achadas.
Samuel convocou o povo judeu a Mizpá, todas as tribos se juntaram diante do Senhor e disse Samuel: “Assim disse o SENHOR Deus de Israel: Eu fiz subir a Israel do Egito, e livrei-vos da mão dos egípcios e da mão de todos os reinos que vos oprimiam. Mas vós tendes rejeitado hoje a vosso Deus, que vos livrou de todos os vossos males e trabalhos, e lhe tendes falado: Põe um rei sobre nós. Agora, pois, ponde-vos perante o SENHOR, pelas vossas tribos e segundo os vossos milhares.” (1 Samuel 10:18-19). Havia um ritual a ser feito e assim Samuel fez chegar todas as tribos separadamente diante do Senhor e separou a tribo de Benjamim e fez passar Benjamim por suas famílias e separou a família de Matri e dela tomou a Saul, filho de Quis. Só teve um probleminha, não acharam Saul de jeito nenhum. Foi preciso perguntar ao Senhor se Ele tinha certeza que o homem era Saul, porque ele não estava ali.
Veja só. Israel queria um rei, Deus concordou, escolheu Saul e Saul tomou doril, sumiu, mas Deus respondeu na hora e disse: “Eis que se escondeu entre a bagagem.” (1 Samuel 10:22b). O futuro rei de Israel estava escondido, com medo, sem entender direito o que significava tudo aquilo, mas os homens foram lá carregaram Saul e o colocaram no meio do povo e ele era mais alto que todo mundo.
Depois que acharam o homem disse Samuel a todo o povo: “Vedes já a quem o SENHOR escolheu? Pois em todo o povo não há nenhum semelhante a ele.”(1 Samuel 10:24b). O povo gostou dele, era um homem vistoso, não era muito valente, mas com isso o povo podia conviver e depois ele se ajeitaria, o importante é que eles já tinham um rei e todo o povo se jubilou, se alegrou muito e gritaram: Viva o rei!
Samuel declarou ao povo o direito do reino e escreveu num livro que foi posto diante do Senhor e, então, ele despediu o povo que voltou cada um para sua casa, inclusive o novo rei, foi para a casa dele, mas Deus moveu o coração de alguns homens do exército de Israel, que seguiram o novo rei. Foi assim que começou a história dos reis de Israel.
A escolha do primeiro rei sobre Israel foi inusitada. Samuel se sentiu pessoalmente ofendido com o desejo do povo de não ter mais juízes, mas sim, UM REI. Samuel não sabia direito lidar com a rejeição, o que ele não entendia era que a rejeição não era a ele, era a Deus, o Rei que reinava por sobre todo o Israel até então.
O rei teria de agradar ao povo, lembre-se que rebeldia era a especialidade do povo hebreu desde sua saída do Egito. Eles não aceitariam menos que o melhor e Samuel disse isso claramente: “Pois em todo o povo não há nenhum semelhante a ele.” A prova que o povo queria apenas a bela aparência do novo rei, é que eles não se importaram que o novo rei estivesse escondido na bagagem, encolhidinho, com medo. Com a covardia do novo rei eles podiam lidar, mas se o rei fosse aparentemente um Zé Mané, a coisa tinha ficado feia mesmo, mas era o belo rei Saul e isto bastava para rejubilar o coração do povo.
É evidente que a escolha foi feita pela figura de Saul e isso acontece conosco até os dias de hoje. Somos tentados a julgar pela aparência, somos atraídos pelo belo, ainda que o belo seja um sapo em forma de príncipe. O que vale para o mundo, para a sociedade é o ter, o ser, o poder e nunca o caráter, os princípios, a conduta das pessoas. Somos diferentes e temos de fazer a diferença na vida das pessoas à nossa volta e assim, nossos valores Não podem ser iguais ao povo que vive por conta própria, porque isso pode dar em Saul, ao invés de Davi.
Juízes 3 (ARC)
Servidão dos israelitas sob Cusã, rei da Síria ou Arã 3 1 Estas, pois, são as nações que o Senhor deixou ficar, para por elas provar a Israel, a saber, a todos os que não sabiam de todas as guerras de Canaã. 2 Isso tão somente para que as gerações dos filhos de Israel delas soubessem (para lhes ensinar a guerra), pelo menos as gerações que, dantes, não sabiam disso: 3 cinco príncipes dos filisteus, e todos os cananeus, e sidônios, e heveus, que habitavam nas montanhas do Líbano, desde o monte de Baal-Hermom até à entrada de Hamate. 4 Estes, pois, ficaram, para por eles o Senhor provar a Israel, para saber se dariam ouvidos aos seus mandamentos que tinha ordenado a seus pais pelo ministério de Moisés. 5 Habitando, pois, os filhos de Israel no meio dos cananeus, e heteus, e amorreus, e ferezeus, e heveus, e jebuseus, 6 tomaram de suas filhas para si por mulheres e deram aos filhos deles as suas filhas; e serviram a seus deuses. 7 E os filhos de Israel fizeram o que parecia mal aos olhos do Senhor, e se esqueceram do Senhor, seu Deus, e serviram aos baalins e a Astarote. 8 Então, a ira do Senhor se acendeu contra Israel, e ele os vendeu em mão de Cusã-Risataim, rei da Mesopotâmia; e os filhos de Israel serviram a Cusã-Risataim durante oito anos. Otniel livra-os 9 E os filhos de Israel clamaram ao Senhor, e o Senhor levantou aos filhos de Israel um libertador, e os libertou: Otniel, filho de Quenaz, irmão de Calebe, mais novo do que ele. 10 E veio sobre ele o Espírito do Senhor, e julgou a Israel e saiu à peleja; e o Senhor deu na sua mão a Cusã-Risataim, rei da Síria; e a sua mão prevaleceu contra Cusã-Risataim. 11 Então, a terra sossegou quarenta anos; e Otniel, filho de Quenaz, faleceu. Servidão sob Eglom 12 Porém os filhos de Israel tornaram a fazer o que parecia mal aos olhos do Senhor; então, o Senhor esforçou a Eglom, rei dos moabitas, contra Israel, porquanto fizeram o que parecia mal aos olhos do Senhor. 13 E ajuntou consigo os filhos de Amom e os amalequitas, e foi, e feriu a Israel, e tomaram a cidade das Palmeiras. 14 E os filhos de Israel serviram a Eglom, rei dos moabitas, dezoito anos. Eúde livra-os 15 Então, os filhos de Israel clamaram ao Senhor, e o Senhor lhes levantou um libertador: Eúde, filho de Gera, benjamita, homem canhoto. E os filhos de Israel enviaram pela sua mão um presente a Eglom, rei dos moabitas. 16 E Eúde fez uma espada de dois fios, do comprimento de um côvado, e cingiu-a por debaixo das suas vestes, à sua coxa direita. 17 E levou aquele presente a Eglom, rei dos moabitas; e era Eglom homem mui gordo. 18 E sucedeu que, acabando de entregar o presente, despediu a gente que trouxera o presente. 19 Porém voltou do ponto em que estão as imagens de escultura, ao pé de Gilgal, e disse: Tenho uma palavra secreta para ti, ó rei. Este disse: Cala-te. E todos os que lhe assistiam saíram de diante dele. 20 E Eúde entrou num cenáculo fresco, que o rei tinha para si só, onde estava assentado, e disse Eúde: Tenho para ti uma palavra de Deus. E levantou-se da cadeira. 21 Então, Eúde estendeu a sua mão esquerda, e lançou mão da espada da sua coxa direita, e lha cravou no ventre, 22 de tal maneira que entrou até à empunhadura após a folha, e a gordura encerrou a folha (porque não tirou a espada do ventre); e saiu-lhe o excremento. 23 Então, Eúde saiu à sala, e cerrou sobre ele as portas do cenáculo, e as fechou. 24 E, saindo ele, vieram os seus servos e viram, e eis que as portas do cenáculo estavam fechadas; e disseram: Sem dúvida está cobrindo seus pés na recâmara do cenáculo fresco. 25 E, esperando até se enfastiarem, eis que não abriu as portas do cenáculo; então, tomaram a chave e abriram, e eis seu senhor estendido morto em terra. 26 E Eúde escapou enquanto eles se demoraram; porque ele passou pelas imagens de escultura e escapou para Seirá. 27 E sucedeu que, entrando ele, tocou a buzina nas montanhas de Efraim; e os filhos de Israel desceram com ele das montanhas, e ele adiante deles. 28 E disse-lhes: Segui-me, porque o Senhor vos tem dado a vossos inimigos, os moabitas, na vossa mão; e desceram após ele, e tomaram os vaus do Jordão a Moabe, e a nenhum deixaram passar. 29 E, naquele tempo, feriram dos moabitas uns dez mil homens, todos corpulentos e todos homens valorosos; e não escapou nenhum. 30 Assim foi subjugado Moabe, naquele dia, debaixo da mão de Israel; e a terra sossegou oitenta anos. 31 Depois dele, foi Sangar, filho de Anate, que feriu seiscentos homens dos filisteus com uma aguilhada de bois; e também ele libertou a Israel.
Descubra o significado da parábola do Joio e o Trigo!
Você já se perguntou o que significa separar o Joio e o Trigo? Afinal de contas, o que isso tem a ver com a vida cristã? Trouxemos para você o significado dessa parábola e assim você saberá se você tem sido joio ou
Quando Jesus esteve na terra ele escolheu as parábolas para ensinar as pessoas que o seguiam pois dessa maneira Ele conseguia explicar verdades complexas de uma forma simples.
Entre as diversas parábolas contadas está a do Joio e o Trigo, ele contou essa parábola para trazer compreensão a respeito da Justiça de Deus. Na parábola Jesus conta que um homem plantou trigo no seu campo, e o seu inimigo para o prejudicar jogou sementes de joio no meio do trigo.
À medida em que a plantação crescia, era perceptível que havia joio entre o trigo, porém aquele joio não podia ser arrancado naquele momento, pois poderia prejudicar o crescimento do trigo. Então o dono do campo ordenou que na época da colheita tudo seria colhido junto, o joio e o trigo, mas após a colheita haveria a separação, o que fosse trigo seria guardado e o joio seria lançado no fogo.
O joio e o trigo são muito parecidos e crescem juntos, porém o joio não tem serventia alguma, e o trigo serve para fazer diversas coisas. Da mesma forma que aconteceu na parábola também acontecerá no dia do Juízo final, pois haverá a separação entre os verdadeiros filhos de Deus e aqueles que não são.
O que é o Joio?
Caso você não saiba, o joio é uma planta que se parece muito com o trigo quando brota, e a única diferença entre essas duas plantas está na semente. A semente do trigo é boa para alimentação e serve para fazer a farinha, aquela que produz deliciosos pães e bolos. Porém a semente do joio é tóxica e não deve ser consumida.
Em meio a uma plantação de trigo, o joio é uma erva daninha.

Enquanto estão crescendo é muito difícil de distinguir do o joio e o trigo, mas assim que é identificado que existe joio no meio trigo é natural querer arrancá-lo o mais rápido possível. Mas essa não é a ação recomendada, pois ao tentar arrancar o joio, o trigo também pode ser tirado fora, pois suas raízes e ramos estão misturados. Dessa forma seria muito difícil arrancar o joio sem arrancar algum trigo.
Eles amadurecem mais ou menos na mesma época e a partir desse momento ficam distintas, pois suas espigas crescem de formas diferentes. Dessa forma o joio pode ser arrancado com segurança, sem que atrapalhe na colheita do trigo.
- A seara é grande mas poucos são ceifeiros
Significado da parábola
Agora que você já entendeu a diferença ente o joio e o trigo ficará mais fácil compreender o significado da parábola.
Jesus quando contou essa parábola não deixou as pessoas que estavam presentes sem entender, ele explicou como podemos ler em Mateus 13:37-43.
Ele disse que o semeador é o Filho do Homem, ou seja, ele mesmo o próprio Cristo, que planta a boa semente, e o trigo representa os verdadeiros filhos de Deus. O inimigo que planta o joio é o diabo, e o joio representa os filhos do diabo. O campo onde ambos são plantados é este mundo.
A colheita acontecerá no fim dos tempos e assim como ocorreu na parábola o que for trigo será recolhido e guardado, mas todo o joio será arrancado fora e jogado no fogo, e nesse dia haverá choro e ranger de dentes.

Durante a vida nessa terra pessoas boas e pessoas más vivem e crescem juntas. Jesus deixou claro que os filhos de Deus estão no mesmo lugar que os filhos do diabo, mas o que diferencia é a sua essência. O joio está espalhado por vários lugares e pode estar até mesmo dentro da igreja.
Por vezes esse joio é confundido com trigo, pois realiza obras grandiosas no nome de Deus, porém a sua verdadeira essência não está ligada a Cristo. O verdadeiro cristão tem uma natureza diferente, pois foi moldado por Jesus.
Aprendemos com essa parábola que Deus é paciente e amoroso, pois ele não arranca o joio, e não destrói os injustos de uma vez, para que os justos não sejam destruídos junto com eles. Ele espera a hora certa em que seus filhos estarão prontos e preparados para estarem junto dele.
Como saber se você é joio ou trigo?
Existe apenas uma pessoa que pode sanar essa dúvida, e esse é Deus, Ele é o único pode separar o joio e o trigo. Como então eu posso saber se sou joio ou trigo? E a resposta para essa pergunta é simples.
Aquele que é temente ao Senhor, que sente o ardor no coração pela obra e que ama verdadeiramente a Deus e a sua palavra, que procura ter uma vida reta e justa, e busca estar cheio do Espírito Santo. Que lê a bíblia, ora, e que está sempre pronto para realizar a obra do Senhor.
Esse sem dúvida é um filho de Deus, pois crê e tem convicção de que no dia do grande juízo ouvirá o Senhor lendo o seu nome no livro da vida, e gozará a eternidade com Deus.
Por isso reflita sobre a sua vida e veja se você tem realmente seguido os caminhos de Cristo, se a sua essência está voltada para as coisas do alto, e que você não esteja apenas vivendo de aparências. Pois naquele dia Deus separará o joio e o trigo, e ali ele verá a sua verdadeira semente.
Deus abençoe!
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