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Rótulo: Palavra do Dia







Sejam fortes e corajosos. Não tenham medo nem fiquem apavorados por causa delas, pois o Senhor, o seu Deus, vai com vocês; nunca os deixará, nunca os abandonará".
- Deuteronômio 31:6


A coragem não ignora o medo; ela o enfrenta com fé. A história de Davi ilustra isso de forma marcante. Ainda jovem, sem experiência de guerra, ele decidiu encarar Golias, um guerreiro temido por todos. Enquanto soldados treinados recuavam, Davi avançou com passos firmes, não por confiar em si mesmo, mas por saber em quem confiava.

Davi não negou a realidade do perigo. Ele simplesmente não permitiu que o medo fosse maior do que sua fé. Sua determinação nasceu de um relacionamento com Deus, cultivado no silêncio dos campos, longe dos olhares, onde aprendeu a depender do Senhor nas pequenas batalhas antes de enfrentar a maior delas.

Essa mesma lógica se aplica à nossa vida. Há momentos em que os desafios parecem desproporcionais. Nessas horas, a tendência é recuar ou esperar condições ideais. Mas a fé nos convida a dar um passo, mesmo quando tudo ainda parece incerto.

Ser determinado não é insistir por orgulho, mas permanecer firme por convicção. É seguir adiante com o coração alinhado a Deus, mesmo quando não há garantias visíveis. Coragem, nesse sentido, é escolher confiar todos os dias.

Davi usou o que tinha em mãos. Não tentou ser outra pessoa, nem buscou atalhos. Ele foi fiel ao que Deus já havia colocado em sua vida. Isso nos lembra que não precisamos de recursos extraordinários para viver algo extraordinário, precisamos apenas de fé e disposição para agir.

Quando confiamos em Deus, damos espaço para que Ele transforme nossas limitações em instrumentos de vitória. E, assim como Davi, descobrimos que um coração firme pode vencer até os maiores gigantes.

A primeira informação, por mais óbvia que seja, é o que é o fermento. Ele é um agente (uma enzima, um organismo) capaz de provocar a fermentação; levedura. Ele Também pode ser a própria massa de farinha que, tendo azedado, provoca a fermentação em outra massa de pão, quando a esta se mistura.

O fermento penetra toda a massa, a influencia a crescer e muda aspectos como sabor, cheiro e tamanho. Após essa definição simples, devemos compreender que era algo comum na cultura dos israelitas comer pão com fermento (Veja citação em Oséias 7:4).


E contou-lhes ainda outra parábola: "O Reino dos céus é como o fermento que uma mulher tomou e misturou com uma grande quantidade de farinha, e toda a massa ficou fermentada"." (Mateus 13:33)


Jesus disse que o reino dos céus é semelhante ao fermento, uma comparação que pode não significar muito para nós nos dias de hoje, mas que foi imediatamente compreendida pelas pessoas da sua época.


O fermento muitas vezes tem conotações negativas nas Escrituras.


Antes da Páscoa, Moisés instruiu os israelitas: "Durante sete dias comam pão sem fermento.


No primeiro dia tirem de casa o fermento [...]" (Êxodo 12:15).


Falando sobre esse tema, Paulo escreveu aos crentes de Corinto que estavam se gabando sobre serem comprometidos: "o orgulho de vocês não é bom.


Vocês não sabem que um pouco de fermento faz toda a massa ficar fermentada?


Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são.


Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado." (1 Coríntios 5:6-7).


Jesus também disse: "Estejam atentos e tenham cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus" (Mateus 16:6).


Fermento representa corrupção, infiltração e comprometimento.


É uma imagem do comprometimento em nossas vidas, uma ilustração de como pequenas coisas se transformam em coisas grandes.


Apesar de um filhote de cascavel parecer bonitinho e ser pequeno o suficiente para o segurarmos na palma da mão, seu veneno é mais potente do que o de uma cascavel adulta.


Da mesma forma, podemos olhar para o pecado em nossas vidas e dizer: "Este pequeno pecado?


Não é nada demais." Mas espere até que ele te morda.


Ele trilha seu caminho e logo permeia todas as áreas da sua vida.


Existe pecado em sua vida que você ainda não tenha tratado?


Livre-se dele antes que ele lhe enfraqueça espiritualmente.



 


"Jesus lhes contou outra parábola, dizendo: "O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente em seu campo. Mas enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e se foi." (Mateus 13:24-25)


Mesmo nos dias do apóstolo Paulo havia falsos cristãos.


Ele escreveu à igreja de Corinto: "Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, e perigos dos falsos irmãos" (2 Coríntios 11:26).


Há um monte de pessoas que hoje fazem um grande espetáculo, mas não são genuínas.


Não são reais.


São impostoras.


Na parábola do trigo e do joio encontrada em Mateus 13, Jesus falou sobre pessoas como essas - genuínas imitações.


Jesus não estava se referindo aos cristãos em dificuldades, mas aos falsos.?


Ele falava de atores.


E nesta parábola, Ele expôs uma das maneiras pelas quais o diabo trabalha.


Especificamente, uma das maneiras pelas quais o diabo trabalhará no fim dos tempos: a imitação.


Esta parábola menciona duas semeaduras.


A primeira é a de um agricultor que planta a semente no seu campo, esperando uma boa colheita.


A segunda semeadura é aquela feita pelo inimigo que planta joio ou ervas daninhas, entremeadas àquelas que o agricultor há pouco semeou, com o objetivo de desarraigar a boa semente.


O joio é uma erva daninha que, inicialmente, se parece com o trigo.


Só quando totalmente crescida, torna-se evidentemente que não é trigo.


Hoje existem falsos cristãos, assim como havia no primeiro século.


No entanto, caberá a Deus decidir, em última instância, quem eles são.


Nesse último dia, Ele irá determinar se alguém é o cristão que confessava ser.

 Diariamente uma Palavra Bíblica para inspirar e melhorar o seu dia.



Busque o que te edifica

Sábado, 14 de março de 2026

Em um mundo cheio de estímulos e caminhos aparentemente fáceis, o Senhor nos convida a fazer uma escolha diária: buscar aquilo que nos edifica.

Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.
- Filipenses 4:8

Edificar é construir sobre um fundamento firme, e esse fundamento é Cristo. Quando direcionamos nossos pensamentos, palavras e atitudes para o que vem de Deus, fortalecemos nossa fé e crescemos espiritualmente.

Muitas vezes somos atraídos por conteúdos, relacionamentos e decisões que parecem agradáveis no momento, mas que enfraquecem nossa comunhão com o Pai. Por isso, é necessário discernimento espiritual.

A Palavra de Deus nos orienta a filtrar tudo o que permitimos entrar em nosso coração, pois é dele que procedem as fontes da vida. Aquilo que alimentamos em nossa mente, cedo ou tarde, se reflete em nossas ações.

Buscar o que edifica é escolher a oração quando o medo tenta dominar, é optar pelo perdão quando a dor insiste em permanecer, é confiar em Deus mesmo quando as circunstâncias dizem o contrário. É entender que nem tudo o que é permitido convém, e que a vontade do Senhor é sempre boa, perfeita e agradável.

Quando colocamos Deus no centro, Ele nos guia por caminhos de paz e nos ensina a viver com propósito. A edificação espiritual não acontece de forma automática; ela é fruto de constância, obediência e intimidade com o Senhor. Cada leitura da Bíblia, cada momento de oração e cada passo de fé contribuem para essa construção.

Que possamos, todos os dias, avaliar nossas escolhas e perguntar: isso me aproxima ou me afasta de Deus? Que o Espírito Santo nos ajude a buscar o que edifica, fortalece e glorifica o nome do Senhor, para que nossa vida seja um testemunho vivo do Seu amor e da Sua graça.

 

Atos 2.1-4
“Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.”

Introdução: O poder de Deus é a força que move a Igreja através do Espírito Santo. Sem a presença do Senhor a Igreja não existiria. O que diferencia a Igreja de qualquer outro grupo é a direção do Espírito Santo que a fortalece e capacita. A Igreja foi oficialmente fundada no Pentecostes, cinquenta dias após a ressurreição de Jesus, quando o Espírito Santo foi derramado sobre os discípulos.

O que era o Pentecostes?

Vamos aprender mais sobre o Pentecostes e o poder do Espírito Santo sobre a Igreja.

1- A Festa de Pentecostes

Levíticos 23.15,16 “Contareis para vós outros desde o dia imediato ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão. Até ao dia imediato ao sétimo sábado, contareis cinquenta dias; então, trareis nova oferta de manjares ao SENHOR.”
A Festa da Colheita acontecia cinquenta dias após a páscoa (Levítico 23.15,16), por isso o nome Pentecostes se refere ao quinquagésimo dia (penta = cinquenta). No Antigo Testamento esta comemoração era chamada de Festa das Primícias, Festa da Colheita ou Festa da Sega (Êxodo 34.22), quando todos levavam os primeiros frutos da colheita à Casa do Senhor (Êxodo 23.19).
O Espírito Santo veio no dia de Pentecostes realizando uma grande colheita espiritual 50 dias depois da morte de Jesus. Deus escolheu esta data tão significativa para enviar o Espírito Santo sobre a Igreja (Atos 2.1), realizando uma grandiosa festa de colheita de vidas para o Reino de Deus. Na Páscoa o verdadeiro Cordeiro de Deus se ofereceu pela humanidade (João 1.29) e no Pentecostes o poder do Espírito Santo fundou a Igreja colhendo “fruto do penoso trabalho” (Isaías 53.11) do sacrifício de Cristo na cruz.

2- O Espírito Santo no Antigo Testamento

Gênesis 1.2 “A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.”

A presença de Deus estava sobre o universo antes da criação de todas as coisas. Foi através do poder do Espírito Santo que tudo foi criado pelo poder da Palavra de Deus (Hebreus 11.1-3).

Gênesis 2.7 “Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”
O sopro de Deus formou o ser humano com seu Espírito. A palavra sopro é a mesma que espírito no hebraico bíblico (ruah). Deus nos criou para ser cheios do Espírito Santo.

Gênesis 6.3 “Então, disse o SENHOR: O meu espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos.”
Por causa do pecado, Deus disse que não permitiria que seu Espírito agisse na humanidade, devido à sua fragilidade diante do mal, tendo desobedecido a Deus e se tornado um ser corrupto (Gênesis 6.1,2).

1Samuel 3.1 “O jovem Samuel servia ao SENHOR, perante Eli. Naqueles dias, a palavra do SENHOR era mui rara; as visões não eram frequentes.”
Antes de ser derramado sobre a terra, a presença do Espírito Santo no tempo do Antigo Testamento era sobre uma pessoa de cada vez, como fez com Elias e depois sobre Eliseu (2Reis 2.1-8).

3- A razão do Pentecostes

Gênesis 11.4-9 “Disseram: Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra. Então, desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre, que os filhos dos homens edificavam e o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer. Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro. Destarte, o SENHOR os dispersou dali pela superfície da terra; e cessaram de edificar a cidade. Chamou-se-lhe, por isso, o nome de Babel, porque ali confundiu o SENHOR a linguagem de toda a terra e dali o SENHOR os dispersou por toda a superfície dela.”
As línguas surgiram no mundo por causa do orgulho do ser humano em querer crescer e chegar até o céu, mas Deus impediu confundindo as línguas. A palavra Babel significa confusão. A Babilônia foi na região de Babel e significa a mesma coisa, representando a confusão religiosa do mundo (Apocalipse 14.8).

Atos 2.8 “E como os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna?”
O Pentecostes traz união e vence a confusão do mundo. A Igreja precisava do Espírito Santo para abençoar a humanidade com a Palavra de Deus. Todas as barreiras foram vencidas pelo poder do Espírito Santo no Pentecostes.

Atos 2.9-11 “Somos partos, medos, elamitas e os naturais da Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Ásia,
da Frígia, da Panfília, do Egito e das regiões da Líbia, nas imediações de Cirene, e romanos que aqui residem,
tanto judeus como prosélitos, cretenses e arábios.”
A confusão de Babel foi solucionada no Pentecostes, quando 15 povos de línguas diferentes alcançados e a Palavra de Deus foi ministrada em seus idiomas.

4- A promessa do Pentecostes

Joel 2.28,29 “E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias.”
Vários profetas foram usados por Deus para anunciar que o Espírito Santo seria derramado sobre toda a humanidade, para aqueles que creem no Senhor.

Atos 2.14-16 “Então, se levantou Pedro, com os onze; e, erguendo a voz, advertiu-os nestes termos: Varões judeus e todos os habitantes de Jerusalém, tomai conhecimento disto e atentai nas minhas palavras.
Estes homens não estão embriagados, como vindes pensando,
sendo esta a terceira hora do dia. Mas o que ocorre é o que foi dito por intermédio do profeta Joel”
O cumprimento da profecia de Joel foi reconhecido pelo apóstolo Pedro em sua pregação no dia de Pentecostes e eles também se lembraram que o próprio Jesus havia prometido enviar o seu Espírito.

Mateus 3.11 “Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.”
João Batista foi o último profeta, findando o período em que o Espírito Santo usava uma pessoa de cada vez. João Batista anunciou que Jesus batizaria todos o que cressem com o fogo do Espírito Santo.

Mateus 3.16 “Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele”
Quando Jesus foi batizado o Espírito Santo desceu sobre ele para nos dar exemplo de que precisamos do poder de Deus em nossas vidas. A partir do ministério de Cristo o mesmo Espírito de Jesus seria derramado sobre a Igreja.

5- Jesus envia o seu Espírito

Lucas 24.49 “Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder.”
O Espírito Santo que estava sobre Jesus vem sobre nós enviado por Deus que restaura a humanidade à seu propósito inicial que é viver em sua presença.

João 14.16 “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro consolador, a fim de que esteja para sempre convosco”
Jesus prometeu seu Espírito, o Consolador que é o companheiro enviado por Deus para nós. A promessa de Jesus se cumpriu no dia de Pentecostes quando estavam trancados e com medo, mas foram cheios de autoridade e poder.

João 20.22 “E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: recebei o Espírito Santo.”
De onde veio aquele vento? Da boca de Jesus quando soprou sobre eles uma semana antes do Pentecostes (Atos 2.1,2). Da mesma forma que Deus soprou vida ao criar o ser humano, Jesus também sobre sua Igreja criando um novo tempo. A Igreja estava com as portas trancadas no cenáculo com medo, e Jesus entrou ali para enviar sobre eles o Espírito Santo (João 20.26).

Atos 1.8 “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra”
Jesus enviou os seus discípulos e os capacitou com o Espírito Santo para anunciar o evangelho em toda o mundo através do poder de Deus, realizando os sinais da fé (Marcos 16.17).

6- Os dons no Pentecostes

Atos 2.3 “E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles.
O poder do Espírito Santo foi derramado capacitando a Igreja. Os discípulos eram pessoas simples e sem estudos, mas foram preparados com o poder de Deus para fazer a sua obra.

Dois tipos de línguas na Bíblia:

GLOSSOLALIA: Línguas desconhecidas (glossa γλάάσσα)¹, uma linguagem espiritual (1Coríntios 14.1-6).
XENOLALIA: Línguas humanas faladas por outros povos (Atos 2.1-8).

O tipo de línguas que se manifestou no dia de Pentecostes foi a xenolália, quando os discípulos falaram de forma sobrenatural as línguas de outros povos, evangelizando os que estavam em Jerusalém para a festa (Atos 2.9-11). Mas o Novo Testamento apresenta diversas vezes a manifestação espiritual de línguas estranhas (1Coríntios 12.30,31; 31.1), orientando sempre que haja interpretação (1Coríntios 14.26-28).


I Coríntios 14.2 “Pois quem fala em outra língua não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.”
O dom de línguas faz parte dos dons espirituais concedidos pelo Espírito Santo àqueles que são revestidos de poder de Deus. Deus usa cada pessoa de uma forma única capacitando com sua unção, pois “os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo” (1Coríntios 12.4). Cada membro do corpo de Cristo tem um dom especial de Deus para fazer a sua obra (1Coríntios 12.28-31).

Efésios 4.8 “Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens.”
O dom do Espírito Santo é derramado sobre a Igreja capacitando com poder para vencer o pecado e realizar a vontade do Senhor sobre a terra, ganhando vidas para Deus.

7- O pentecostes nos últimos dias

Apocalipse 7.2,3 “Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo, e clamou em grande voz aos quatro anjos, aqueles aos quais fora dado fazer dano à terra e ao mar, dizendo: Não danifiqueis nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até selarmos na fronte os servos do nosso Deus.”
Antes da marca da besta, Deus selará os seus escolhidos com o seu Espírito Santo, protegendo-os de todo mal (Apocalipse 9.3-6). O Selo de Deus é a presença do Espírito Santo na vida de quem serve ao Senhor de todo o seu coração, sendo separado do mundo para cumprir a vontade do Senhor.

Marcos 13.10,11 “Mas é necessário que primeiro o evangelho
seja pregado a todas as nações. Quando, pois, vos levarem e vos entregarem,  não vos preocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo.”
Antes da volta de Jesus acontecerá um grande avivamento, um novo Pentecostes, derramando poder sobre a Igreja para alcançar o mundo com a Palavra de Deus. O poder do Espírito Santo permanece sobre sua Igreja, pois Deus ainda é o mesmo e sempre será (Hebreus 13.8). O fim dos tempos será marcado por milagres sobrenaturais através da Igreja anunciando a volta do Senhor Jesus.

Receba o Espírito Santo!

CONCLUSÃO

A presença do Espírito Santo é indispensável para a Igreja, pois sem o Espírito de Deus não há vida, não há poder e sem a sua presença não existe a Igreja. Precisamos buscar a mesma unção e poder que foi derramada sobre os discípulos no dia de Pentecostes e voltar á originalidade da Igreja Primitiva através da direção do mesmo que os impulsionou: o Espírito Santo.
O Pentecostes continua...

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