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Neste capítulo veremos a morte de Sara e a luta de Abraão com os filhos de Hete para comprar aquele pedaço de chão onde irá sepultar sua mulher. Ele ao final consegue o que pretende, mas teve de negociar até o fim.
Abraão estava com 137 anos porque a diferença entre eles era de dez anos. Abraão ainda iria se casar novamente. Mesmo já bem idoso e avançado em dias Abraão era vigoroso, robusto e poderia facilmente ter uma esposa e dar conta dela em seus papeis de marido. Hoje um homem com seus 80 anos já apresenta sinais de debilidades corporais comprometedoras.
Ai começa uma discussão e tentativas de convencer um ao outro, eles querendo doar e Abraão querendo comprar. Até que Abraão vence a peleja e recebe um preço de 400 ciclos de prata que ele, imediatamente, pesou e pagou a Efrom que habitava no meio dos filhos de Hete. Pagou sem discutir com ele, embora o preço estava muito caro.
Na cruz, Jesus gritou: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Mt 27:46; Mc 15:34).
Afinal, por que o Pai abandonou Jesus na cruz, se Deus nunca abandona as pessoas justas (Hb 13:5-6)?
A primeira coisa que devemos notar é que esse brado de Jesus é o cumprimento da profecia messiânica registrada no Salmo 22:1: “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?”.
Deus determinou que a morte seria a punição adequada e justa pelo pecado (Gn 2:16-17). De fato, “o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23). Uma vez que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3:23; ver também Rm 5:12-21; 1Jo 1:8-10), todos estão sentenciados à morte.
Mas Jesus, na Cruz, pagou o preço pelos pecados de todo o mundo (Is 53:5-6; Jo 1:29; 3:16-17; 4:42; 6:33; Rm 5:6; 2Co 5:14-15; 1Tm 2:6; Hb 2:9; 1Pe 3:18; 1Jo 2:2; 4:14). Naquele momento de agonia na cruz, Cristo representava toda a humanidade pecadora. “Deus tornou pecado por nós Aquele [Jesus] que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus” (2Co 5:21).
A Bíblia nos diz que o pecado faz separação entre o pecador e Deus: “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça” (Is 59:2). Por causa do pecado da humanidade, Pai e Filho foram separados na cruz.
Por meio do sacrifício de Cristo, Deus queria nos remir de nossos pecados e nos conceder a eterna salvação (2Co 5:18-19). “Ao levar muitos filhos à glória, convinha que Deus, por causa de quem e por meio de quem tudo existe, tornasse perfeito, mediante o sofrimento, o autor [Jesus] da salvação deles” (Hb 2:10).
Por isso, só Jesus pode nos salvar; “não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos” (At 4:12). Assim, devemos ser infinitamente gratos a Deus por ter nos amado e entregado Seu Filho para morrer no nosso lugar, oferecendo salvação a todo aquele que crê (Jo 3:16; 1Jo 4:9-10). “Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus…” (1Pe 3:18).

1 O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.
2 Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
3 Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
4 Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque 5 tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
6 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
7 Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.
Salmos 23:1-6
Intercâmbio da FEUHEC em Brejo dos Santos (PB) ocorreu em 28 de março de 2026, às 19h, no local da IEC (Igreja Evangélica Congregacional) de Brejo dos Santos. O evento contou com a participação do grupo Arautos do Rei e da presença do Presbítero Gleidson de Sousa. A FEUHEC
Intercâmbio regional de UHECs da FEUHEC Associação Sal da Terra, Louvor com arautos do rei <iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/V2apDonnOn8?si=qJ-tnW7LG589azJo" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
A primeira informação, por mais óbvia que seja, é o que é o fermento. Ele é um agente (uma enzima, um organismo) capaz de provocar a fermentação; levedura. Ele Também pode ser a própria massa de farinha que, tendo azedado, provoca a fermentação em outra massa de pão, quando a esta se mistura.
O fermento penetra toda a massa, a influencia a crescer e muda aspectos como sabor, cheiro e tamanho. Após essa definição simples, devemos compreender que era algo comum na cultura dos israelitas comer pão com fermento (Veja citação em Oséias 7:4).
E contou-lhes ainda outra parábola: "O Reino dos céus é como o fermento que uma mulher tomou e misturou com uma grande quantidade de farinha, e toda a massa ficou fermentada"." (Mateus 13:33)
Jesus disse que o reino dos céus é semelhante ao fermento, uma comparação que pode não significar muito para nós nos dias de hoje, mas que foi imediatamente compreendida pelas pessoas da sua época.
O fermento muitas vezes tem conotações negativas nas Escrituras.
Antes da Páscoa, Moisés instruiu os israelitas: "Durante sete dias comam pão sem fermento.
No primeiro dia tirem de casa o fermento [...]" (Êxodo 12:15).
Falando sobre esse tema, Paulo escreveu aos crentes de Corinto que estavam se gabando sobre serem comprometidos: "o orgulho de vocês não é bom.
Vocês não sabem que um pouco de fermento faz toda a massa ficar fermentada?
Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são.
Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado." (1 Coríntios 5:6-7).
Jesus também disse: "Estejam atentos e tenham cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus" (Mateus 16:6).
Fermento representa corrupção, infiltração e comprometimento.
É uma imagem do comprometimento em nossas vidas, uma ilustração de como pequenas coisas se transformam em coisas grandes.
Apesar de um filhote de cascavel parecer bonitinho e ser pequeno o suficiente para o segurarmos na palma da mão, seu veneno é mais potente do que o de uma cascavel adulta.
Da mesma forma, podemos olhar para o pecado em nossas vidas e dizer: "Este pequeno pecado?
Não é nada demais." Mas espere até que ele te morda.
Ele trilha seu caminho e logo permeia todas as áreas da sua vida.
Existe pecado em sua vida que você ainda não tenha tratado?
Livre-se dele antes que ele lhe enfraqueça espiritualmente.
"Jesus lhes contou outra parábola, dizendo: "O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente em seu campo. Mas enquanto todos dormiam, veio o seu inimigo e semeou o joio no meio do trigo e se foi." (Mateus 13:24-25)
Mesmo nos dias do apóstolo Paulo havia falsos cristãos.
Ele escreveu à igreja de Corinto: "Estive continuamente viajando de uma parte a outra, enfrentei perigos nos rios, perigos de assaltantes, perigos dos meus compatriotas, perigos dos gentios; perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, e perigos dos falsos irmãos" (2 Coríntios 11:26).
Há um monte de pessoas que hoje fazem um grande espetáculo, mas não são genuínas.
Não são reais.
São impostoras.
Na parábola do trigo e do joio encontrada em Mateus 13, Jesus falou sobre pessoas como essas - genuínas imitações.
Jesus não estava se referindo aos cristãos em dificuldades, mas aos falsos.?
Ele falava de atores.
E nesta parábola, Ele expôs uma das maneiras pelas quais o diabo trabalha.
Especificamente, uma das maneiras pelas quais o diabo trabalhará no fim dos tempos: a imitação.
Esta parábola menciona duas semeaduras.
A primeira é a de um agricultor que planta a semente no seu campo, esperando uma boa colheita.
A segunda semeadura é aquela feita pelo inimigo que planta joio ou ervas daninhas, entremeadas àquelas que o agricultor há pouco semeou, com o objetivo de desarraigar a boa semente.
O joio é uma erva daninha que, inicialmente, se parece com o trigo.
Só quando totalmente crescida, torna-se evidentemente que não é trigo.
Hoje existem falsos cristãos, assim como havia no primeiro século.
No entanto, caberá a Deus decidir, em última instância, quem eles são.
Nesse último dia, Ele irá determinar se alguém é o cristão que confessava ser.
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